A decadência do jornalismo
Matéria de capa de Zero Hora na sexta-feira passada: "O adeus de Bonner ao Twitter”
Por que será?
Por que será que naquelas mensagens indicativas de idade que aparecem antes de determinado programa de TV há alguém fazendo a linguagem dos sinais?
Será que eles acham que uma pessoa surda não sabe ler a mensagem escrita que há ali?
Diálogo verdadeiro
Ouvido num passeio de barco pelo Rio Parnaíba:
– Filha, pede para a aeromoça te trazer uma bebida.
– Aeromoça?
– Aeromoça não... como diz mesmo? Ah, já sei, AEROBARCO!
Ajude com apenas um clique!
www.clickarvore.com.br - Você pode plantar uma árvore por dia para reflorestamento. Basta se cadastrar, fazer login, clicar em Plantar para abrir nova tela e clicar em Plantar novamente (agora no canto direito).
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Tenho estes sites como minhas páginas iniciais, dessa maneira todos os dias ajudo um pouco a melhorar nosso país.
Clique e divulque essas iniciativas também!
Mais Gospel Americano
Mississipi Mass Choir - Near the Cross.
(Esperem pelo menos até chegar no dueto).
Como eu gostaria de presenciar uma apresentação destas ao vivo.
Colorado Mass Choir - a verdadeira Gospel Music
Compare isso com o nosso gospel brazuca... Não sou nem um pouco religioso, mas acho muito lindo esses corais americanos. Mais vídeos aqui: Bless His Holy Name, Mississippi Mass Choir
MySpace celta
Está virando costume entre os músicos estrangeiros ter perfis no MySpace.
É legal que dá para ouvir algumas de suas músicas, assistir alguns vídeos e saber notícias de seus próximos shows.
Alguns perfis de conjuntos e músicos celtas:
Lunasa
Flook
Solas
Danar
Altan
Dervish
Mick Mcauley
John Mcsherry
É legal que dá para ouvir algumas de suas músicas, assistir alguns vídeos e saber notícias de seus próximos shows.
Alguns perfis de conjuntos e músicos celtas:
Lunasa
Flook
Solas
Danar
Altan
Dervish
Mick Mcauley
John Mcsherry
Deadwood
Obrigado
Hoje recebi um obrigado daqueles que deixa feliz quem o diz e quem o recebe. Um agradecimento que consegue alegrar todo um resto de dia, um Prozac natural, sem efeitos colaterais. Não, não foi um obrigado daqueles que se olham nos olhos, com um largo sorriso estampado no rosto, foi apenas um singelo agradecimento, feito de passagem, um obrigado saltitante. O meu simples ato de ceder o caminho a um senhor, um tanto simpático e desengonçado, fez um dia feliz.
Obrigado!
Assalto surreal
Fui assaltado hoje no centro, ao meio-dia, numa parada de ônibus bem lotada. O curioso é a confirmação de que o vale-transporte é cada vez mais uma moeda universal:
- Cara, não quero tirar a arma que tenho aqui, estou com mais dois amigos ali... consegue um dinheiro.
- Bah, só tenho umas moedinhas...
- Aceito vale, me vê uns três ou quatro!
- Hm, só tenho dois, pode ser?
- Pode, valeu!
- Obrigado...
- Cara, não quero tirar a arma que tenho aqui, estou com mais dois amigos ali... consegue um dinheiro.
- Bah, só tenho umas moedinhas...
- Aceito vale, me vê uns três ou quatro!
- Hm, só tenho dois, pode ser?
- Pode, valeu!
- Obrigado...
Contradição
Slogan de uma loja aqui de Porto Alegre (grifo meu):
Bodh Gaya - Espiritualidade e consumo
Dá pra acreditar?
Bodh Gaya - Espiritualidade e consumo
Dá pra acreditar?
Fatalismo
Já repararam como o ser humano tem medo do futuro, e muito mais de tentar prevê-lo?
Sempre que se pergunta (principalmente para pessoas mais velhas, educadas em uma visão cristã de mundo) sobre algum plano futuro, como uma viagem próxima, a resposta quase sempre termina com um "Se Deus quiser...".
É como se fosse um pecado tentar contrariar a vontade divina do futuro já pré-programado, como se fôssemos castigados por tentar dizer algo que de alguma maneira possa contrariar o destino.
Mas na verdade não seria uma petulância, uma arrogância e uma contradição achar que esse Ser Todo-Poderoso se importaria com nossas palavras e nossos planos, já que até essas palavras e esses planos já estariam todos pré-definidos?
Sempre que se pergunta (principalmente para pessoas mais velhas, educadas em uma visão cristã de mundo) sobre algum plano futuro, como uma viagem próxima, a resposta quase sempre termina com um "Se Deus quiser...".
É como se fosse um pecado tentar contrariar a vontade divina do futuro já pré-programado, como se fôssemos castigados por tentar dizer algo que de alguma maneira possa contrariar o destino.
Mas na verdade não seria uma petulância, uma arrogância e uma contradição achar que esse Ser Todo-Poderoso se importaria com nossas palavras e nossos planos, já que até essas palavras e esses planos já estariam todos pré-definidos?
Flanelinhas
Do jeito que a coisa anda, daqui a alguns anos esses sujeitos que vivem da extorsão alheia vão querer começar a cobrar dos pedestres o direito de caminhar pela rua.
E isso também vai ser visto como algo normal, nesse nosso Brasil.
E isso também vai ser visto como algo normal, nesse nosso Brasil.
Brasil: o país do medo
Tenho medo de sair a pé fora de casa, tenho medo de dirigir à noite, e tenho medo ao entrar em meu carro estacionado na rua. Tenho medo de mosquito, de dar carona, de passar perto de carro-forte e de catadores de lixo (quem sabe que armas eles escondem em seus carrinhos?). Tenho medo de encomendar coisas através dos correios (já me perderam três produtos) e de ser passado para trás em concursos públicos. E agora, não poderia ser diferente no país do descaso, tenho medo de uma de minhas grandes paixões da infância: andar de avião.
Dias de chuva
Um dia de chuva é uma das situações onde o egoísmo humano pode ser melhor percebido (a direção no trânsito é outra): já notaram que as pessoas que possuem um guarda-chuva para se proteger, mesmo assim, sempre insistem em caminhar por debaixo das marquises, obrigando, deste modo, aos indivíduos desprovidos de tal aparato a andar pela chuva, pois, caso contrário, terão uma grande chance de ter o olho perfurado pelos malditos arames de sustentação dos malditos guarda-chuvas?!
Mas já fiz uma promessa: na próxima precipitação, caminharei sempre reto, sem desviar de ninguém, olhando para o chão. Não dou 30 segundos para o primeiro encontrão e xingamento. A resposta? "E por que tu, oh senhor da rua, não desviaste?"
Mas já fiz uma promessa: na próxima precipitação, caminharei sempre reto, sem desviar de ninguém, olhando para o chão. Não dou 30 segundos para o primeiro encontrão e xingamento. A resposta? "E por que tu, oh senhor da rua, não desviaste?"
Presente?
"La física cuántica proporciona, sin embargo, un consuelo a quienes se lamentarían de la desaparición del presente: ninguna duración puede ser inferior al «tiempo de Planck», que dura 5,4.10-44 segundos. Así pues, en buena lógica, es lícito decir «soy» durante este lapso; pero hay que decirlo muy deprisa."
Albert Jacquard
Albert Jacquard
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