Liberdade?

Somos escravos de nosso corpo, enjaulados nessa prisão de carne e osso.
Corpo que nos obriga incessantemente a alimentá-lo, dando-nos como recompensa uma breve sensação de saciedade.
Este mesmo corpo nos obriga indefinidamente a buscar satisfação sexual, dando-nos uma recompensa um pouco maior no fim, caso atinjamos seu objetivo.
Somos como ratinhos de experiência que recebem seu pedaço de queijo ao final dos testes, pelo trabalho bem feito.
Somos servos de nossa existência. Obrigados a existir, existir numa busca inexorável de comida e procriação.

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